segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Como a inflacao afeta nas acoes - Chapter 2 The intelligent Investor


Continuacao do post sobre George Soros falando sobre Stagflation.
The Money Illusion

There's another reason investors overlook the importance of inflation: what psychologists call the "money illusion". If you receive a 2% raise in a year when inflation runs at 4%, you will almost certainly feel better than you will if you take a 2% pay cut during a year when inflation is zero. Yet both changes in your salary leave you virtually identical position -2% worse off after inflation. So long as the nominal (or absolute) change is positive, we view it as a good thing - even if the real (or after inflation) result is negative. And any change in your own salary is more vivid and specific than the generalized change of prices in the economy as a whole. Likewise, investors were delighted to earn 11% on bank certificates of deposit (CDs) in 1980 and are bitterly disappointed to be earning only around 2% in 2003 - even though they were losing money after inflation back then but are keeping up with inflation now. The nominal rate we earn is printed in the bank's ads and posted in its window, where a high number makes us feel good. But inflation eats away at high number in secret. Instead of taking out ads, inflation just takes away our wealth. That's why inflation is so easy to overlook - and why it's so important to measure your investing success not just by what you make, but by how much you keep after inflation.
(Benjamin Graham)




Inflacao no Brasil Hoje

Para demostrar como as acoes brasileiras foram afetadas pela inflacao a partir de 1999 montarei um grafico exatamente como o do livro posto acima.








Estudo feito pela corretora Enfoque da evolucao do Ibov desde 1963 ate a data atual. muito bacana vale a pena conferir. clique no link abaixo.




domingo, 22 de agosto de 2010

Brazilian Hospitality Group - Informacoes relevantes

http://www.mzweb.com.br/investtur/web/arquivos/BHG_goldentulip_pt.pdf

Corporated Information

http://www.corporateinformation.com/Top-100.aspx?topcase=a

Investir em Hotelaria no Brasil

Investir em Hotelaria no Brasil

Por Diogo Canteras, dez 7, 2009

Ao emergir fortificado da crise financeira global, o Brasil apresenta, em contraste ao atual cenário econômico internacional, excelentes oportunidades de investimento, de maneira especial na área hoteleira.
Ao emergir fortificado da crise financeira global, o Brasil apresenta, em contraste ao atual cenário econômico internacional, excelentes oportunidades de investimento, de maneira especial na área hoteleira.
O Brasil é uma grande economia, com perspectivas em médio e longo prazos bastante animadoras e, de fato, talvez o momento seja único na história do país. Também é verdade, entretanto, que o Brasil tem características muito peculiares e fazer negócios no país não é fácil. Neste contexto, objetivamos com o artigo esclarecer de maneira ampla as especificidades do nosso mercado hoteleiro e a sua situação atual, para depois se falar de oportunidades de investimento.
O Diretor de Desenvolvimento de uma grande cadeia hoteleira internacional me dizia certa vez que não tinha dificuldades de fazer negócios em nenhum país da América Latina, mas que no Brasil era difícil.
O Brasil é geograficamente distante de todas as outras grandes economias do mundo, seu idioma é o Português, sendo que mesmo entre os homens de negócios poucos falam inglês com fluência. Além disso, durante mais de 15 anos, entre meados da década de 70 e o início dos anos 90, o país teve que fechar a sua economia, adotando uma política de auto-suficiência interna.
Esses fatores de isolamento, aliados ao fato de que o Brasil é uma economia relativamente grande, proporcionam as condições típicas para o desenvolvimento de uma cultura de negócios própria. Isso faz com que a concretização de investimentos no país requeira sempre muito estudo e paciência.
Charles MacKay, no seu livro “Ilusões Coletivas Extraordinárias e a Loucura das Multidões” muito acertadamente disse: “...Homens pensam em manada, enlouquecem em manada, e só recobram o bom senso devagar e um por um”. Ganhar dinheiro com hotelaria no Brasil é muito fácil, mesmo porque o desempenho dos hotéis é bastante previsível, mas é fundamental conhecer o mercado, ter paciência e, principalmente, questionar a “manada”.



A Economia Brasileira, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016



É verdade que a economia brasileira tem melhorado muito nos últimos anos e que suas perspectivas são muito animadoras. Relativamente, entretanto, continua sendo muito menor do que a das grandes potências. O nosso PIB é pouco mais de 10% do PIB dos Estados Unidos e o negócio de hotéis no Brasil, dadas as características específicas do país, não ultrapassa 5% do que é nos Estados Unidos.
Também não há dúvida de que a Copa do Mundo de 2014, que se realizará em 12 cidades brasileiras, e a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, são muito positivas para o Brasil. Para o negócio hoteleiro, entretanto, o que é realmente importante é o legado que será deixado por esses eventos: o “day after”, o quanto seremos capazes de aproveitá-los para aumentar a demanda hoteleira do país de forma permanente. Investir em um hotel só porque vão faltar quartos para as pessoas dormirem durante a Copa ou durante a Olimpíada é insensato. O que fazer com o hotel depois?




Construir novos hotéis ou investir na oferta já existente?




Muitas cidades brasileiras ainda sofrem a ressaca da super-oferta de flats, que fez com que o Brasil ainda hoje tenha diárias hoteleiras entre as mais baixas do mundo. Essas diárias ainda inviabilizam economicamente novos projetos na grande maioria das cidades. O gráfico seguinte apresenta o processo de recuperação de mercado da cidade de São Paulo, indicando quando, em média, devem aparecer as diversas oportunidades de investimento.


No gráfico, percebemos que há alguns anos (desde 2006) a grande oportunidade de investimento é a compra de ativos hoteleiros existentes. E mais recentemente (a partir de 2009) investir em reformas e renovação de hotéis também passou a fazer sentido. Já a construção de hotéis novos só deve ser viável dentro de alguns anos, quando a diária média da cidade tiver atingido um patamar semelhante ao que era no período anterior ao da super-oferta de flats.
Esse mesmo processo de recuperação ocorre em todos os outros destinos atingidos pelo fenômeno dos flats, que são a maioria das grandes cidades brasileiras. O que varia é o estágio de evolução no qual cada destino se encontra. Isso não significa que qualquer projeto novo no país nos próximos anos será inviável, mas sim que sua implementação requer mais cuidados e estudos precisos.



Brasil e seu Mercado de Turismo de Lazer


Entender a dinâmica do mercado de turismo de lazer brasileiro é fundamental antes de se tomar qualquer decisão de investimento.
O Brasil é distante dos principais mercados emissores do mundo, não dá para contar muito com os turistas internacionais. Nos últimos 10 anos, o fluxo de demanda externa tem se mantido estagnado em torno dos 5 milhões de visitantes/ano. E com a taxa de câmbio no patamar atual (1 US$ = 1,70R$) não é de se esperar que esse fluxo aumente muito, dado o encarecimento do produto turístico brasileiro.
De fato, os produtos hoteleiros em geral, e os de lazer em particular, são essencialmente focados no público brasileiro. Na verdade, com atual situação da taxa de câmbio, somos exportadores de mercado (do ponto de vista de fluxo de divisas, somos importadores de produtos turísticos estrangeiros). Estima-se que aproximadamente 2,5 milhões de residentes em território brasileiro viajam todo ano aos Estados Unidos e à Europa.
A figura seguinte apresenta uma comparação do nível de atratividade de cada produto turístico com o seu preço médio diário por pessoa:


Existe uma forte correlação entre nível de atratividade e preço, mas há um desequilíbrio introduzido pela atual taxa de câmbio, que beneficia fortemente os produtos dolarizados. Dessa maneira, viagens ao exterior e, principalmente, cruzeiros marítimos acabam ficando mais competitivos e ganham mercado, enquanto que os resorts do nordeste e outros produtos hoteleiros domésticos são prejudicados e perdem hóspedes.
No caso dos cruzeiros marítimos, esse benefício fez com que o número de pernoites tenha evoluído de 139 mil na temporada 2003/2004 para mais de 500 mil nesta última temporada (2008/2009), um crescimento médio anual superior a 20% ao longo dos últimos 5 anos. Esse número de pernoites equivaleria a 2.000 apartamentos de hotel ocupados a 70% durante um ano.
O mercado de turismo de lazer brasileiro tem crescido, impulsionado pela melhora da economia e pelo crescimento da classe média. No entanto, esse aumento tem beneficiado principalmente produtos turísticos do exterior, em virtude da melhor relação atratividade X preço apresentada pelos produtos dolarizados.
De qualquer maneira, em virtude desse crescimento do mercado de turismo de lazer brasileiro, parece existir uma boa oportunidade para um produto turístico doméstico de alta atratividade e baixo preço, que se beneficiaria da demanda hoje quase exclusiva do mercado de cruzeiros e resorts. A estruturação de um produto com essas características, entretanto, não é trivial.


Alternativas de Investimentos Hoteleiros no Brasil


As considerações anteriores nos permitem ter uma visão geral do mercado hoteleiro brasileiro e de suas peculiaridades, seja no segmento de hotéis urbanos, seja no segmento de lazer. As oportunidades de investimento são consequência direta dessas condições de mercado. Concretamente, algumas das opções que hoje se apresentam no país são:
Aquisição de ativos hoteleiros existentes e já operando nas cidades afetadas pela super-oferta de flats. Esses ativos podem ser hotéis, condo-hotéis ou mesmo empresas hoteleiras. Eles tendem a se valorizar com a recuperação dos mercados;
Investir em reforma e reposicionamento mercadológico de hotéis e condo-hotéis, principalmente tendo em vista os recursos que estão sendo negociados pelo Ministério do Turismo junto ao BNDES para esse propósito;
Evidentemente, a composição das duas alternativas anteriores faz sentido, ou seja, comprar ativos hoteleiros existentes para reformá-los e reposicioná-los no mercado;
Em alguns mercados específicos e para alguns nichos de mercado, principalmente no segmento econômico, vale a pena considerar a construção de hotéis novos. De maneira geral, entretanto, de cada 10 projetos analisados pela HVS nos últimos meses 7 ainda são inviáveis economicamente;
O desenvolvimento de produtos de lazer para a classe média, de alta atratividade e baixo custo, atuando no mesmo mercado que os cruzeiros e resorts, pode ser uma oportunidade interessante;
Finalmente, desenvolver produtos para brasileiros em países vizinhos, como a Argentina e, principalmente, o Paraguai, que se beneficiam da baixa taxa de câmbio do Brasil, também pode ser uma alternativa de investimento interessante e funcionar como uma estratégia complementar de investimento.
Para todas as alternativas, valem as observações iniciais deste artigo: o Brasil é um país com uma cultura de negócios própria e que apresenta boas oportunidades.
No Brasil existem investidores que depois de imobilizar muito dinheiro no seu hotel concluem que ele vale apenas uma fração daquilo que foi investido. Existem fundos de pensão que amargam milhões de perdas operacionais todos os meses em seus resorts. Ao mesmo tempo, entretanto, existem resorts rentáveis e que fazem dinheiro consistentemente todos os anos e fundos de investimento em hotelaria que rendem mais de 25% ao ano para os seus cotistas. As oportunidades existem, aproveitá-las implica em entender com profundidade o mercado e em “fazer a lição de casa” com diligência.

BHG, da GP, planeja ser a BR Malls da hotelaria

exame/ negócios


BHG, da GP, planeja ser a BR Malls da hotelaria
Empresa resultante da fusão entre a LA Hotels e a Invest Tur quer seguir a estratégia de aquisições comum a companhias controladas pela GP Investimentos

Divulgação
Peter Vader, presidente da BHG, terceira maior rede de hotéis do Brasil



A indústria hoteleira brasileira é muito fragmentada. Segundo estudo da consultoria Jones Lang LaSalle, cerca de 60% dos 7.000 hotéis e pousadas espalhadas pelo país não estão nas mãos de grandes redes. Esse cenário cria oportunidades para uma rápida consolidação no setor, segundo Peter Vader, presidente da Brazil Hospitality Group, a terceira maior rede de hotéis do país. A empresa, controlada pelo fundo de private equity GP Investimentos, possui cerca de 5.000 quartos - a maioria leva a bandeira Tulip. Os planos de crescimento incluem uma estratégia agressiva de aquisições e a conquista de contratos para a administração de hotéis de terceiros. "A estratégia é parecida com a da BR Malls no setor de shoppings", diz ele em entrevista à gestora de recursos Rio Bravo, que não investe nas ações da BHG.
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Rede de hotéis Blue Tree procura um sócio


A rede nasceu da fusão de outras duas empresas do setor de turismo: a Latin America Hotels, que já era da GP, e a Invest Tur, que fez uma oferta de ações em 2007 com o objetivo de se tornar uma das líderes em resorts no Brasil. Com a fusão, boa parte dos planos da Invest Tur foram deixados de lado. Agora a estratégia da empresa é comprar hotéis em cidades fortes em negócios - se antecipando ao provável crescimento do setor até a Copa de 2014. De preferência, hotéis de três, quatro ou cinco estrelas com flexibilidade para mudar de categoria de acordo com o momento da economia. Veja abaixo o ranking das maiores cadeias de hotéis do Brasil e os principais trechos da entrevista:
Pergunta - A BHG planeja consolidar a indústria hoteleira assim como a BR Malls fez no setor de shoppings? Essa é uma boa comparação?
Peter Vader - A estratégia é parecida. Obviamente que a área de shoppings é menos fragmentada do que a hoteleira porque há vários grupos com investimentos em vários shoppings. Na indústria hoteleira, temos boas oportunidades de consolidação. Achamos que muitos hotéis familiares têm problemas. O fundador consegue viver bem do hotel, mas depois vêm os netos e são 10 pessoas que precisam viver bem com a renda dos hotéis. Isso vai tirar o caixa do hotel, vai se traduzir em manutenção um pouco mais fraca ou uma modernização mais tardia. Então esta oportunidade vai se apresentar para nós.
Pergunta - A maioria dos hotéis da BHG está em São Paulo e no Rio. Vocês acabaram de anunciar aquisições em Porto Alegre, Salvador e Recife. Como é que a BHG planeja essas aquisições? A ideia é ser uma empresa com escopo nacional ou ter o maior número de hotéis em algumas poucas capitais?
Vader - Nosso foco principal é o turismo de negócios. Procuramos nos colocar nos lugares onde há negócios. Compramos um hotel em Angra dos Reis que não é um resort, mas trabalha principalmente com clientes corporativos que atuam no setor de petróleo e energia nuclear. Como São Paulo é a capital dos negócios do Brasil, obviamente haverá mais hotéis em São Paulo do que em outras cidades que têm menos negócios. (Continua)

The Intelligent Investor - Chapter 1 Investment versus Speculation

"Knows the price of everything, and the value of nothing." - Oscar Wilde

The Intelligent Investor - Chapter 1 summery

What do we mean by "investor"? throughout this book the term will be used in contradistinction to "speculator". As far back as 1934, in our textbook Security Analisys, we attempted a precise formulation of the difference between the two, as follows: "An investiment operation is one which, upon thorough analysis promises safety of principal and an adequate return. Operation not meeting these requirements are speculative."

...

Now our concern is of the opposite sort. We must prevent our readers from accepting the common jargon which applies the term "investor" to anybody and everybody in the stock market...

The distinction between investment and speculation in common stocks has always been a useful one and its disappearance is a cause of concern. We have often said that Wall Street as an institution would be well advised to reinstate this distinction and to amphasize it in all its dealings with the public. Otherwise the stook exchanges may some day be blamed for heavy speculative losses, which those who suffered them had not been properly warned against. Ironically, once more, much of the recent financial embarassment of some stock-exchange firms seems to have come from the inclusion of speculative common stocks in their own capital funds. We trust that the reader of this book will gain a reasonably clear idea of the risks that are inherent in common-stock commitments-risks which are inseparable from the opportunities of profit that they offer, and both of which must be allowed for in the investor's calculation.

What we have just said indicates that there may no longer be such a thing as a simon-pure investment policy comprising representative common stocks - in the sense that one can always wait to buy them at a price that involves no risk of a market or "quotational" loss large enough to be disquieting. In most periods the investor must recognize the existence of speculative factor in his common-stock holdings. It is his task to keep this component within minor limits, and to be prepared financially and psychologically for adverse results that may be of short or long duration.

Two paragraphs should be added about stock speculation per se, as distinguished from the speculative component now inherent in most representative common stocks. Outright speculation is neither illegal, immoral, nor (for most people) fattening to the pocketbook. More than that, some speculation is necessary and unvoidable, for in many common-stock situations there are substantial possibilities of both profit and loss, and the risk therein must be assumed by someone. There is the intelligent speculation as there is intelligent investing. But there are many ways in which speculation may be unitelligent. Of these the foremost are: (1) Speculating when you think you are investing; (2) Speculating seriously instead of as a pastime, when you lack proper knowledge and skill for it; and (3) risking more money in speculation than you can afford to lose.

...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

IBOV - LTA

O motivo de 2010 estar andando muito vagarosamente, acredito eu, ou até mesmo com uma possivel retração em comparação com 2009 é devido à forte inflação junto com o pouco crescimento da economia. (colocarei gráficos da evolução do índice dow jones em um próximo post, mostrando os níveis de inflação e como isso afeta a evolução das ações.)
Apesar de tudo o ibovespa continua seguindo em tendencia de alta como podemos ver na primeira imagem. Porem acho importante ficar atento a uma possivel retração no mercado acionário nesse ano.
Mostrado na figura abaixo, o índice bovespa formou um topo duplo iniciando um movimento de queda dando motivos para ficarmos atento a um possivel rompimento da LTDA no que poderia vim acarretar em uma nova recessão no mercado acionário.



domingo, 15 de agosto de 2010

Soros Stagflation

Esse video sera comentado num proximo post mais detalhadamente.



Soros Bubbles

Introducao a Inflacao

A Crise de 1929 - Videos




CFR - JP Morgan


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Zona de consolidacao no IBOV


Havendo rompimento de uma das linhas, entramos no trade na direcao desse rompimento.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Londres - revista Inve5tors

The Trader

Yup, it's a bear market...
the trader reflects on the fulfilment of his criteria for calling a bear market and what it means for the indices now.

(O trader reflete no potencial de seus criterios para chamar um bear market e no que isso siguinifica.)

The latest swoon in the stock markets finally provided the bearish signals I have been hanging on for. The Coppock indicator turned negative for both FTSE100 any many of the others top indices. More importantly, both Dow Industrials and Transports breached their June lows, thereby giving a Dow- Theory sell signals. As a result I believe this officially now qualifies as a bear Market.

(O ultimo desmaio no mercado financeiro finalmente provou ser os sinais de um bear market que eu estava esperando. O Coppock indicador tonou-se negativo para ambos FTSE100 e muitos dos outros principais indices. Mais importante, eh que tanto como o Dow jones Industrial e o Dow Jones Transportes rompenram suas minimas de junho, assim dando o sinal da Teoria de Dow para venda. Como resultado agora, acredito que esta oficialmente classificado como um Bear Market.)

In the grander scheme of things, I regard this new downtrend as the resumption of the process that began in 2000. As I argued most recently in June's edition of `Trader's Bigger Pictures`, we have been long-term bear market for the past decade, albeit one punctuated by spectacular bear narket rallies, such as that of 2003-07 and 2009-10. until last week, though, I thought the markets would exceed their April highs before the downtrend resumed. I no longer hold that view.

So, how far will the downtrend take us and over what period? the most optimistic view is that it will turn out to be the barest of Bear Markets. I referred on 2 June to a Morgan Stanley view that the sell-off was like that of 1998, where the market plunged by quarter in 56 days, before galloping on to new highs in short order. But I balk at comparing 1998 to the present. Back then, we were still in a long term bull Market. TODAY, WE ARE IN A LONG TERM BEAR MARKET.

At the very last, I belive the US and UK markets will ultimately revisit their lows of 2003 and 2009. In all probability, I see them going well through those levels - see the `Trader's Bigger Picture` for more detail on this. According to my cycle projections, the larger downtrend is likely to persist into late 2012. As things stand today, the most persistent selling could come in late 2011 and early 2012, when all of the S&P's long term cycles will be in their down-phases.

As with any bear market, we should not expect one-way traffic. Dramatic rallies will occur along the way. While short selling will naturally offer the best opportunities overall, I will certainly be ready to play the market from the long side at strategic moments. But I obviously do not expect buy-and-hold investing to prosper in this environment. I sold my personal FTSE100 holdings earlier this year and switched into gilts. This has paid of so far.

... Is this wise, considering that I now reckon we are in a bear market? On the whole, I believe in trading in the same direction as the larger trend. If the opportunity looks good enough, though, I can allow myself to break this, as a long as I run a tight stop-loss.


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